Por Gabriel Chalita

O poeta português Fernando Pessoa era um visionário. Um mestre devotado à missão de traduzir o mundo por meio de versos. Com a sensibilidade peculiar à sua pena, utilizou uma frase “gloriosa” – como ele mesmo descreveu – e freqüentemente mencionada pelos antigos navegadores para sintetizar a grandeza de seu espírito e a de todos os gênios da humanidade: “Navegar é preciso; viver não é preciso”.

Por Gabriel Chalita

”(…) Liberdade – essa palavra que o sonho humano alimenta:/que não há ninguém que explique,/ e ninguém que não entenda!/”. Esses belíssimos versos extraídos do Romanceiro da Inconfidência, de Cecília Meireles, são perfeitos para ilustrar o novo conceito de recuperação de adolescentes em conflito com a lei atendidos pela Febem. Trata-se de uma proposta ousada, moderna, fundamentada na expansão de unidades de semiliberdade, administradas pelo Governo do Estado, em parceria com entidades não-governamentais, dando início a um sistema de co-gestão.

Por Gabriel Chalita

São Paulo. 450 anos. Pintura paradoxal que reflete o moderno e o tradicional em linhas complexas, amplas, pungentes. Linhas traçadas por mais de dez milhões de artistas que habitam esta metrópole e desenham, juntos, uma das paisagens mais fascinantes e dinâmicas do planeta. Não é exagero dizer que a “terra da garoa” dá frutos singulares, uma gente que, por sua vez, tem em suas raízes ingredientes diversos que provêm do caldeirão miscigenado que compõe o Brasil.

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