Por Gabriel Chalita

A literatura é uma espécie de passaporte mágico. Um bilhete singular que nos permite cruzar as fronteiras do tempo e do espaço, da luz e das trevas, do real e do imaginário, do particular e do universal. Uma vez viajantes, somos conduzidos por enredos, tramas e personagens que comumente nos transportam para dimensões paralelas. Universos capazes de mesclar passado, presente e futuro, terra e céu, tristeza e alegria, grito e silêncio, medo e coragem, desejo e repulsa, configurando uma confluência tão inusitada quanto sedutora. Livros e histórias preservam em seu gene elementos surpreendentes e sensações indescritíveis.

Por Gabriel Chalita

Em seu poema “Belo Belo”, publicado na obra Lira dos cinquenta anos, o poeta Manuel Bandeira dispara: “Não quero amar,/Não quero ser amado./Não quero combater,/Não quero ser soldado/. – Quero a delícia de poder sentir as coisas mais simples/. Por meio do discurso dessa autoridade incontestável da seara das letras, impregnado de uma sabedoria que a maioria de nós busca alcançar, nos sentimos propensos a refletir sobre a grandeza existente nas coisas singelas e a forma como elas conduzem nossos corações e mentes para o caminho do que é realmente importante à existência humana.

Por Gabriel Chalita

Educação. Conhecimento. Saber. Palavras capazes de operar milagres, revolucionar histórias e construir futuros condizentes com as expectativas sociais. Um país comprometido com a educação de seu povo concede aos seus cidadãos a argila propícia à grande escultura coletiva responsável por moldar as nações verdadeiramente soberanas. Nações executoras de uma obra-prima imprescindível que é a herança maior das gerações que se sucedem.

Publicidade